# Dicas para lidar com a panela de Pressão

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# Dicas para lidar com a panela de Pressão

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Antes de mais gostava de desmistificar a utilização da Panela de Pressão.
Existe um certo receio na utilização da mesma por parte de algumas pessoas, ou porque não se sentem a vontade a manuseá-la, ou então porque certamente ouviram alguma história de uma panela que rebentou. “Há muitos anos atrás, em casa da minha avó, uma panela de pressão rebentou e levantou voo, tendo aterrado alguns metros num terreno contíguo”.

A pressão, a física e a batata…

A água a uma altitude do nível do mar ferve aos 100ºC. Consoante formos subindo, essa temperatura diminui, pois a pressão atmosférica é menor e quando formos descendo, a temperatura aumenta, pois a pressão é maior. Ou seja, se resolvêssemos cozinhar no topo do Evereste, a cerca de 8800 metros de altitude, a água iria ferver a 72ºC e as nossas batatas levariam uma eternidade a cozer. Já o contrário também acontecia caso nos desse uma vontade repentina de cozinhar nas profundezas do oceano, onde a pressão atmosférica é maior, logo, a água ferve acima dos 100ºC e consequentemente as nossas batatas iriam cozer bem mais depressa.
Já concluiu certamente que uma panela de pressão é sinónimo de cozinhar nas profundezas marítimas.
Numa panela tradicional a temperatura máxima que conseguimos atingir com a água a ferver são os 100ºC, mesmo que se aumente a fonte calorífica, apenas vamos evaporar mais água e consequentemente gastar mais gás, uma vez que o tempo de cozedura das nossas batatas vai manter-se o mesmo. Numa panela de pressão conseguimos ter uma área totalmente vedada, o que impede que o vapor saia. Assim que esse vapor se vai acumulando, a pressão vai aumentando e faz com que fique superior à atmosférica.
Dessa forma, conseguimos que a temperatura dentro da panela atinja cerca de 120ºC e com isso as nossas batatas vão cozer bem mais rápido.

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A temperatura e a pressão são controladas por uma válvula que assim que atinge o máximo aconselhado se eleva e permite a saída do excesso, controlando assim ambas as situações. Existe ainda uma segunda válvula que apenas abre com pressões superiores, ou seja, caso exista uma anomalia na principal, assim que a pressão for subindo e antes de existir o perigo de a panela rebentar, a segunda válvula vai abrir-se e permitir a saída de pressão.
Após desligar o lume, a pressão vai começar a baixar e temos de aguardar que toda a pressão interior seja libertada para podermos abrir a panela.
Muito importante: nunca abra a panela sem estar seguro de que não existe pressão no seu interior.

No interior da panela deve existir uma marca que mostra o nível máximo que os alimentos podem atingir. Um terço da altura da panela tem de ficar livre para que os alimentos não obstruam a saída de vapor na válvula. Fique atento ao barulho da panela após a mesma começar a libertar vapor. Caso o barulho seja interrompido e pare a libertação de vapor, é sinal que algo entupiu a válvula. Assim que a panela começar a soltar vapor, pode reduzir o lume, pois a temperatura máxima foi atingida.
Lave muito bem a válvula entre utilizações.

Divirta-se e bons cozinhados sob pressão!


Para uma melhor eficácia aconselhamos a panela de pressão da nossa gama premium.

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